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O Estado de São Paulo e a capital paulista têm sofrido com altas temperaturas e recorde de calor nas últimas semanas. A capital paulista registrou seu recorde histórico de calor na sexta-feira (17) e pode bater a marca neste domingo (19).

Segundo o Inmet (Instituto Nacional de Meteorologia), a máxima registrada em São Paulo foi de 42,1º C, em Iguape, no dia 16 de janeiro de 1956.

De acordo com Olívia Nunes, meteorologista da Somar Meteorologia essa condição climática do Estado pode ser explicado por causa dos ventos que estão mantendo as chuvas e a frente fria no Sul do País.

— Estamos com áreas de instabilidade no Sul do País que estão presas lá. Os ventos do sul jogam as instabilidades para o mar e não deixam avançar. As chuvas estão fortes no Sul e não chegam ao sudeste.

Com isso, além do calor, os paulistas têm sofrido com baixa umidade e poluição do ar. Essa combinação pode causar doenças respiratórias e estresse.

O calor só deve dar uma trégua a partir do início da próxima semana. Na segunda-feira (20), uma frente fria do Sul do País deve chegar ao sudeste e, com a chuva, a unidade do ar melhor e as temperaturas devem cair.  A previsão é que, na segunda-feira, as máximas fiquem na casa dos em 32º C e na terça-feira os termômetros podem cair para 26º C.