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O chumbo ocorre naturalmente na natureza (galena), mas são as atividades humanas (transformação) que causam um desequilíbrio nas concentrações encontradas no meio ambiente.

O chumbo é utilizado ou manipulado, como matéria-prima, em larga escala em diversos segmentos: em mineração, fundição, refino e reciclagem, produção de baterias, tintas, fabricação de joias, soldas, cerâmicas, resíduos eletrônicos e na utilização em tubulações de água (mais antigo).

A reciclagem desses produtos é complexa, devido aos fatores como a presença do elemento chumbo em diversas formas e a periculosidade das substâncias tóxicas envolvidas.

O chumbo integra grupo de elementos químicos conhecidos como metais pesados, de grande força tóxica, que produzem doenças devastadoras e mortes em seres vivos. Em humanos, a acumulação de chumbo no organismo pode afetar severamente as funções cerebrais, sangue, rins, sistema digestivo e reprodutor, inclusive com possibilidade de produzir mutações genéticas em descendentes.

O chumbo, principalmente na forma de óxidos, pode contaminar o solo, água superficial ou subterrânea, por meio de deposição, infiltração e emissões de material particulado na atmosfera. A contaminação da água superficial ocorre principalmente por descartes de efluentes industriais, sobretudo em siderurgias e fundições (CETESB, 2012). A contaminação humana também pode ocorrer por meio do contato dermal direto com produtos que têm esse elemento químico em sua composição, em limites acima dos toleráveis, ou por meio de ingestão/inalação.

Como o chumbo é absorvido pelo organismo (aproximadamente 2%), a exposição contínua eleva os níveis de acumulação e potencializa o risco das lesões.  A maior parte do chumbo entra no organismo pelas vias respiratórias – rota mais importante na exposição ocupacional – e gastrintestinal. Uma vez absorvido, pode ser encontrado no sangue (substituição do Fe pelo Pb na hemoglobina), tecidos moles e mineralizados, depositando-se primariamente nos ossos. O chumbo é excretado por várias rotas, principalmente renal e a gastrintestinal (98%). A quantidade excretada, independente da rota, é afetada pela idade, características da exposição e forma química.

A melhor maneira de se evitar que sua empresa chegue a esta situação – de contaminação do solo, água, animais e vizinhança – é implantar um sistema se controle rigoroso, principalmente quanto às emissões, e para isso você pode contar com uma empresa que detém Know-How.

A GR EngenhariaMeio Ambiente coleciona casos com grandes sucessos em trabalhos de investigação e remediação de áreas contaminadas por chumbo. Incluindo a liberação de fábricas que haviam sido interditadas pela Secretaria do Meio Ambiente Estadual.

Não perca tempo e nem dinheiro, conte com GR Engenharia  Meio Ambiente, a maior especialista no Brasil, em se tratando de controle e monitoramento ambiental – “chumbo”.

 

Fonte: GR Engenharia – Meio Ambiente